sábado, 19 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
VIII Colóquio Antero de Quental

António Paim e António Braz Teixeira
Entre os dias 14 e 18 de setembro decorreu em S. Joâo del Rei , Minas Gerais, Brasil, o VIII Colóquio Antero de Quental conforme o Programa quie apresentei neste blogue.Completa-se, assim, uma etapa relativa ao pensamento político luso-brasileiro na sequência de encontros anteriores .
Os Colóquios Tobias Barreto (Portugal) e Antero de Quental (Brasil) desenvolverão, agora, outras temáticas dando cumprimento ao desígnio permanente de procurar um melhor conhecimento recíprocso do pensamento de Portugal e do Brasil assinalando convergências e diferenças.
Esperamos, no próximo ano, em Lisboa, comemorando o centenário do nascimento de Miguel Reale dedicar ao pensamento deste filósofo brasileiro a parte mais substancial dos trabalhos embora abertos a temas especulativos relacionados com a meditação do autor de Verdade e Conjectura.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Reale
Os dias passados em S. Joâo del Rei, quer no Campus Santo António da Universidade Federal daquela cidade mineira, quer no reconfortante convívio dos participantes demonstraram o enraizamento de um projecto que se iniciou em 1990, em Lisboa, com o I Colóquio Tobias Barreto. Cumpre dizer, que o sucesso do Colóquio que agora se realizou se deve essencialmente à capacidade de organização de José Maurício de Carvalho, Professor da UFSJ.

José Maurício de Carvalho
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As noites de música no Teatro Municipal e na Fundação Óscar Araripe, em Tiradentes, http://www.oafundacao.org.br/ permitiram aos participantes, conhecer, também, a pujança de uma das apostas do projecto educativo da UFSJ.
MÚSICA XXI foi, sem dúvida, um complemento espiritual para dias de reflexão fecunda.
Teatro Municipal de S. João del Rei
Entretanto novos livros, editados em 2009, se deram a conhecer, além do segundo número dos Estudos Filosóficos do Departamento das Filosofias e Métodos , da UFSJ
António Braz Teixeira, A Experiência Reflexiva- Estudos sobre o pensamento luso-brasileiro, Lisboa, Zéfiro, Colecção Nova Águia
Eduardo Abranches de Soveral, O pensador, o Filósofo, o Humanista , Lisboa, Zéfiro, Colecção Nova Águia (org. Maria Celeste Natário, António Braz Teixeira e Renato Epifânio)
Arsênio Eduardo Corrêa, O pensamento político de Campos Sales, Londrina, Edições Humanidades. http://pensadordelamancha.blogspot.com/2009/06/o-pensamento-politico-de-campos-sales.html
Filosofia e Cultura, Escritos em homenagem a António Paim, Londrina, Edições Humanidades(org. Leonardo Prota e Aquiles Côrtes Guimarães).
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segunda-feira, 7 de setembro de 2009
III Seminário Farias Brito

quarta-feira, 2 de setembro de 2009
VIII COLÓQUIO ANTERO DE QUENTAL

VIII COLÓQUIO ANTERO DE QUENTAL
Anfiteatro do campus Santo Antônio da UFSJ
Programação
Dia 14 de setembro de 2009 – 2ª-feira
“A TRANSIÇÃO DA MONARQUIA ABSOLUTA PARA A CONSTITUCIONAL NO BRASIL E EM PORTUGAL”
09:00 – Abertura do evento
09:30 - Sugestões para o estudo da política contidas em El Espectador de Ortega y Gasset
– Prof. Dr. José Maurício de Carvalho (UFSJ)
Debatedor: Prof. Dr. Paulo César de Oliveira (UFSJ)
10:45 - Destino histórico da proposta de Silvestre Pinheiro Ferreira no Brasil e em Portugal
– Prof. Alexandre Ferreira de Souza (UFJF)
Debatedores: Prof. Dr. Antonio Paim (Instituto de Humanidades)
Prof. Dr. José Esteves Pereira (Universidade Nova de Lisboa-Portugal)
12:00 às 14:00 – Almoço
14:00 - Razões da adesão de D. Romualdo ao governo representativo
- Prof. Dr. Antônio Paim (Instituto de Humanidades)
Debatedor: Prof. Dr. Rogério Antônio Picoli (UFSJ)
15:30 - O contexto Histórico da Encíclica Mirari Vos (1832)
- Prof. Antônio Gaspareto (UFJF)
Debatedor: Prof. Dr. Paulo Ferreira da Cunha (Universidade do Porto – Portugal)
17:00 - Estabilidade política e sistema eleitoral; confronto entre Brasil e Portugal -Regresso vs. Regeneração
- Prof. Marco Antônio Barroso (UFJF)
Debatedor: Prof. Dr. José Esteves Pereira (Universidade Nova de Lisboa - Portugal)
Dia 15 de setembro de 2009 – 3ª-feira
“PRIMEIRA REPÚBLICA”
09:00 - A instabilidade política da República de Portugal e do Brasil
- Prof. Humberto Schubert Coelho - (UFJF)
- Prof. Bernardo Goitacazes - (UFJF)
Debatedores: Prof. Dr. Antonio Paim (Instituto de Humanidades)
Prof. Dr. Ricardo Vélez Rodriguez (UFJF e Instituto de Humanidades)
10:30 - O pensamento político de Campos Sales
- Prof. Dr. Arsênio Corrêa (Instituto de Humanidades)
Debatedor: Prof. Dr. Antônio Pedro Mesquita (Universidade de Lisboa – Portugal)
12:00 às 14:00 – Almoço
14:00 – Projetos e debates constitucionais nos alvores da Primeira República (1910-1911)
- Prof. Dr. António Pedro Mesquita (Universidade de Lisboa – Portugal)
Debatedor: Prof. Dr. Fábio Rômulo Reis (UFSJ)
15:30 - República e o Positivismo
- Prof. Dr. José Esteves Pereira (Universidade Nova de Lisboa - Portugal)
Debatedor: Antônio Paim (Instituto de Humanidades)
16:30 – O pensamento político e geoestratégico de João de Andrade Corvo
- Prof. Dr. Pedro Calafate (Universidade de Lisboa – Portugal)
Debatedor: Prof. Dr. Leonardo Prota (Instituto Brasileiro de Filosofia e Instituto de Humanidades)
20:30 - Apresentação musical - Curso de Música da UFSJ – Teatro Municipal de São João del-Rei
Prof. Dr. Antônio Carlos Guimarães (UFSJ) - (organizador)
Dia 16 de setembro de 2009 – 4ª-feira
“ESTADO NOVO”
09:00 - O novo conceito de Era Vargas – Sua fundamentação teórica
- Prof. Dr. Ricardo Vélez Rodriguez (UFJF e Instituto de Humanidades)
Debatedor: Prof. Dr. Adelmo José da Silva (UFSJ).
10:00 - Estado Novo no Brasil e em Portugal – Características distintivas no processo de constituição
- Prof. Dr. Leonardo Prota (Instituto Brasileiro de Filosofia e Instituto de Humanidades)
Debatedor: Prof. Dr. José Luiz de Oliveira (UFSJ)
11:00 - Portugal semente de impérios no pensamento integralista de Gustavo Barroso
- Prof. Dr. Manuel Filipe Canaveira (Universidade Nova de Lisboa – Portugal)
Debatedora: Profª Ms. Shirley Dau (UFSJ)
12:00 às 14:00- Almoço
14:00 – Saída para visita a Tiradentes
18:00 – Recital de Música Brasileira
- Oscar Araripe (organizador) - Fundação Oscar Araripe (Tiradentes)
Dia 17 de setembro de 2009- 5ª-feira
“DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS ENTRE AS PRINCIPAIS CORRENTES POLÍTICAS”
09:00 - Etapas do tradicionalismo brasileiro
- Prof. Dr. Tiago Adão Lara (UFJF)
Debatedor: Prof. Dr. João Bosco Batista (UFSJ)
10:00 - Homenagem pelo 60º aniversário do Instituto Brasileiro de Filosofia e da Revista Brasileira de Filosofia
- Prof. Dr. Ricardo Vélez Rodriguez (UFJF e Instituto de Humanidades)
11:00 - Ideologia e utopia nas últimas Constituintes brasileira e portuguesa – Algumas linhas de leitura
-Prof. Dr. Paulo Ferreira da Cunha (Universidade do Porto)
Debatedor: Prof. Adelmo José da Silva (UFSJ)
12:00 às 14:00 – Almoço
14:00 - Confronto do tradicionalismo político brasileiro com o português – Recuperação e atualização dos textos de Ubiratan Macedo (1937/2006)
- Prof. Dr. Antônio Paim (Instituto de Humanidades)
Debatedor: Prof. Dr. António Braz Teixeira (Universidade Autônoma de Lisboa – Portugal)
15:00 - Razões da diferenciação entre o socialismo brasileiro e o português
- Prof. Rafael César Pitt (UFJF)
Debatedor: Prof. Dr. Ricardo Vélez Rodriguez (UFJF e Instituto de Humanidades)
16:00 - A sobrevivência do liberalismo na cultura política luso-brasileira
-Prof. Dr. Antônio Paim (Instituto de Humanidades)
-Prof. Dr. Ricardo Vélez Rodriguez (UFJF e Instituto de Humanidades)
20:30 - Apresentação musical - Curso de Música da UFSJ – Teatro Municipal de São João del-Rei
Prof. Dr. Antônio Carlos Guimarães (UFSJ) - (organizador)
Dia 18 de Setembro de 2009 – 6ª-feira
“PROBLEMÁTICA DA INTERFACE”
09:00 – A idéia de confederação luso-brasileira nas primeiras décadas do século XX
- Prof. Dr. Ernesto Castro Leal (Universidade de Lisboa - Portugal)
Debatedor: Prof. Dr. Ricardo Vélez Rodriguez (UFJF e Instituto de Humanidades)
10:00 – O tradicionalismo no Brasil hoje
- Profª. Drª. Anna Maria Moog Rodrigues (Instituto Brasileiro de Filosofia)
Debatedor: Prof. Dr Aquiles Cortes Guimarães (UFRJ)
11:00 – Homenagem ao Prof. Djacir Menezes
Lembrando o centenário: A Filosofia do Direito de Djacir Menezes
- Prof. Dr. António Braz Teixeira (Universidade Lusófona)
Debatedor: Prof. Dr Antônio Paim (IBF)
12:00 às 14:00 – Almoço
14:00 – Lançamento de livros:
- Revista Estudos Filosóficos Nº 2
- Filosofia e Cultura - organização de Aquiles Cortes Guimarâes e Leonardo Prota
- O Pensamento Político de Campos Sales - de Arsênio Corrêa
15:00: A Interface Brasil/ Portugal na política (Mesa redonda de encerramento)
- Prof. Dr. José Maurício de Carvalho (UFSJ)
Debatedores: Prof. Dr. António Braz Teixeira (Universidade Autônoma de Lisboa), Prof. Dr. Antonio Paim (Instituto de Humanidades), Prof. Dr. José Esteves Pereira (Universidade Nova de Lisboa), Prof. Dr. Leonardo Prota (Instituto de Humanidades), Prof. Dr. Ricardo Vélez Rodriguez (UFJF e Instituto de Humanidades).
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
UM DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DO PENSAMENTO GALEGO


terça-feira, 16 de dezembro de 2008
FILOSOFIA CLÍNICA
a)O uso do conhecimento filosófico pela psicoterapia.
sábado, 13 de dezembro de 2008
CONSTANÇA MARCONDES CÉSAR

Ver CESAR, Constança T.Marcondes Krisis e Kairós em Evanghélos Moutsopoulos(Pdf)
Constança Marcondes César, Professora titular da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, licenciou-se em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1966) e é doutorada em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1973),
A sua vasta obra filosófica tem incidido, especialmente na Ética dedicando-se a temas da hermenêutica e da filosofia contemporânea, Pertence ao Conselho Permanente de Aconselhamento do Centro de Estudos de Pensamento Português, da Universidade Católica Portuguesa(Porto) e participa, desde a primeira hora, nos Colóquios Tobias Barreto e Antero de Quental
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4783973P6
Constança Marcondes César no Seminário realizado em Brasília, em Outubro de 2006, sobre o pensamento de Agostinho da Silva e Dora Ferreira da SilvaConstança Marcondes César organizou, também, recentemente, em colaboração com Marly Bulcão http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4788301A6 um volume dedicado a Jean-Paul Sartre (1905-1980) e aos seus contemporâneos. Trata-se de uma actualizada perspectiva de temas como a liberdade, o humanismo e a vida através de trabalhos de vários autores. Além de estudos das organizadoras figuram na colectânea análises de

http://www.ideiaseletras.com.br/default2.asp?pg=loja/detalhe&lnk=busca&det=6075
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terça-feira, 11 de novembro de 2008
O HOMEM DIANTE DO SAGRADO
ISBN 9788599600382
com Prefácio de José Maurício de Carvalho
[excerto]
Este livro de Silvio Firmo fala da religião, mas não é de uma religião específica que ele trata. Ele aborda a religião como obra humana edificada em torno do sublime, porque deseja nos lembrar que a vida dos homens não se esgota no âmbito da animalidade. É claro que a religião não é a única trilha de acesso ao sublime, nem a forma exclusiva de justificar a dignidade pessoal, mas ela é um instrumento para realizar ambos os objectivos.Há um aspecto muito interessante que o livro nos apresenta: é o homem quem dialoga com o sobrenatural. O livro reproduz o que se pensa e o que se pensou desse fenómeno ao longo da história do Ocidente. É o sujeito humano que emerge criador e agente da religião. A religião é examinada como facto cultural, produto da nossa acção transformadora do mundo, ainda que esse facto não invalide o reconhecimento da inspiração divina, verdade pessoal que o autor assume como sua. É esse esforço para falar do divino com os olhos do homem o que nos encanta no livro de Sílvio Firmo
Silvio Firmo(Nazareno, MG,1956
domingo, 9 de novembro de 2008
IBERICA-Revista Interdisciplinar de Estudos Ibéricos e Iberoamericanos

segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Portugal no Proyeto Ensayo Hispánico


(http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica2/velezapres.pdf) ,
O projecto encontra-se sediado na Universidade da Georgia( EUA).
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
SEMINÁRIOS FARIAS BRITO
A Modernização no Brasil como Problema Filosófico
Aos 200 anos da transferência da Corte Portuguesapara o Rio de Janeiro
SILVESTRE PINHEIRO NO RIO DE JANEIRO
SEMINÁRIO FARIAS BRITO-FORUM DA FILOSOFIA BRASILEIRA


Local: Instituto de Filosofia e Ciências Sociais-IFCS. Largo de São Francisco de Paula, 1 - Sala Celso Lemos (3º Andar). Rio de Janeiro-RJ
Telef.: (021) 2224-6379

Prof. Dr. José Esteves Pereira (Universidade Nova de Lisboa)
24/09/2008 (quarta-feira)
10:00
Prof. Dr. José Oscar de Almeida Marques (UNICAMP)
11:00
13:00 Intervalo p/almoço
Prof. Dr. Marco Morel (História/UERJ)

VERNEI TRADUZIDO

A obra contém o texto latino fixado por Sebastião Tavares de Pinho e Andria Patrícia Seiça.



segunda-feira, 23 de junho de 2008
Projecto de Investigação


ANTÓNIO JOSÉ DE BRITO
Sociedade Histórica da Independência de Portugal
Palácio da Independência,
Largo de São Domingos
LISBOA
Organizado pelo INSTITUTO DE FILOSOFIA LUSO BRASILEIRA
10 h - Início dos trabalhos-
O conceito de razão – Manuel Candido Pimentel
O diálogo crítico de António José de Brito com Miranda Barbosa e Cabral da Moncada António Braz Teixeira-
Algumas das obras de António José de Brito
A propósito de juízos de existência - Contradição e identidade - Estudos de Filosofia - Le point de départ de la philosophie et son développement dialectique - Nota sobre o conceito de soberania - O problema da filosofia do direito - - Pensamento e realidade em Leonardo Coimbra - Positivismo e idealismo na ética - Razão e dialéctica: estudos de filosofia e história da filosofia - Sageza e ilusões da filosofia - Será o homem uma pessoa? - Uma “defesa do racionalismo”, no Porto, na segunda metade do século XIX - Valor e realidade

António José de Brito agradece a homenagem prestada e comenta algumas das intervenções da sessão da manhã presidida por Constança Marcondes César(Pontifícia Universidade Católica de Campinas/PUCAMP), Brasil
quinta-feira, 8 de maio de 2008
III COLÓQUIO LUSO-GALAICO SOBRE A SAUDADE EM HOMENAGEM A DALILA PEREIRA DA COSTA

ENTIDADES PROMOTORAS
Universidade Católica Portuguesa – Porto
Faculdade de Letras - Universidade do Porto
Universidade de Santiago de Compostela
Instituto de Filosofia Luso-Brasileira
Câmara Municipal de Viana do Castelo
COMISSÃO CIENTÍFICA
Prof. Doutor Arnaldo de Pinho – Universidade Católica Portuguesa – Porto
Prof. Doutor José Esteves Pereira – Instituto de Filosofia Luso-Brasileira
Prof. Doutor António Braz Teixeira – Instituto de Filosofia Luso-Brasileira
Prof. Doutora Maria Celeste Natário – Universidade do Porto
Prof. Doutor Andrès Torres Queiruga - Universidade Santiago de Compostela
Manhã dia 19 de Maio
Universidade Católica Portuguesa – Porto
Sala dos Executivos (2.º piso)
9,30 – Sessão de Abertura do Colóquio, presidida pelo Senhor Prof. Doutor Joaquim de Azevedo, Presidente do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa.
- «No III Colóquio sobre a Saudade em homenagem a Dalila Pereira da Costa» (2/5 minutos):
. Universidade Católica Portuguesa – Porto
Prof. Doutor Arnaldo de Pinho
. Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Prof. Doutora Maria Celeste Natário
. Universidade de Santiago de Compostela
Prof. Doutor Elias J. Torres Feijó
. Instituto de Filosofia Luso-Brasileira
Prof. Doutor José Esteves Pereira
10,00 – Conferência em sessão plenária (45 minutos):
Presidência: Prof. Doutor António Braz Teixeira
Secretário: Prof. Doutora Maria Celeste Natário
«Experiência Mística e Saudade em Dalila Pereira da Costa»
Prof. Doutor Paulo Alexandre Borges
Universidade de Lisboa
Debate
11,00 horas – Comunicações em sessão plenária (20 minutos):
. «Saudade e Metanóia. Os casos de Fr. Agostinho da Cruz e Dalila Pereira da Costa».
J. Pinharanda Gomes
Lisboa
. «Dalila Pereira da Costa e a Saudade do Paraíso».
Prof. Doutor António Cândido Franco
Universidade de Évora
. «A exemplaridade da obra da Dra. Dalila Pereira da Costa»
Dr. Joaquim Domingues
Braga
. «Dalila Pereira da Costa e a cultura portuguesa»
Dr. Miguel Real
Sintra
. Debate
12,45 horas – Almoço no Restaurante da UCP.
Tarde do dia 19 de Maio
Faculdade de Letras - Universidade do Porto
14,30 horas – Comunicações em sessão plenária (20 minutos):
. «Escrita e Pensamento em Dalila Pereira da Costa»
Prof. Doutora Teresa Noronha
Universidade Aberta – Porto
. «Em torno dos Dispersos de Dalila Pereira da Costa
Dr. Rui Lopo
Lisboa
. «Mensagens do Anjo da Aurora»
Dra. Romana Valente Pinho
Lisboa
. «A Nau e o Graal no contexto das leituras míticas da Expansão Portuguesa»
Dr. Ricardo Ventura
Lisboa
. Debate
16,30 horas – Comunicações em sessão plenária (20 minutos):
. «A mais poderosa ponte identitária: Portugal e a Saudade no nacionalismo galego»
Prof. Doutor Elias J. Torres Feijó
Universidade de Santiago de Compostela
. «Saudade e Abandono»
Prof. Doutor Diogo Alcoforado
Universidade do Porto
. «Da saudade negativa»
Prof. Doutor Manuel Cândido Pimentel
Universidade Católica Portuguesa - Lisboa
. «A Saudade: gramática e espaço-horizonte da intimidade»
Prof. Doutora Paula Cristina Pereira
Dra. Vera Rodrigues
Faculdade de Letras da Universidade do Porto
. Debate
18,30 horas - Conferência em Sessão plenária (45 minutos):
Presidência: Prof. Doutor Andrès Torres Queiruga
Secretário: Prof. Doutora Paula Cristina Pereira
«Expressão e sentido da Saudade na poesia moçambicana contemporânea»
Prof. Doutor António Braz Teixeira
Universidade Lusófona – Lisboa
21,30 horas – Apresentação de Obras
Fundação Escultor José Rodrigues
Rua da Fábrica Social, s/n - Porto.
. «Princípio e Manifestação: Metafísica e Teologia da Origem em Teixeira de Pascoaes», do Prof. Doutor Paulo Alexandre Borges – Universidade de Lisboa.
Apresentação por Prof. Doutor António Cândido Franco – Universidade de Évora.
. N.º 1 da Revista «Nova Águia».
Apresentação por:
Dr. Miguel Real, escritor
Porto
Dr. Alfredo Ribeiro dos Santos
Dia 20 de Maio
Auditório da Biblioteca
Câmara Municipal de Viana do Castelo
10,30 horas – Abertura dos trabalhos.
Palavra do Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo
10,45 horas - Comunicações em sessão plenária (20 minutos):
. «A saudade (isolamento, sociabilidade) em Eduardo Pondal»
Prof. Doutor Luís Garcia Soto
Universidade de Santiago de Compostela
. «Síntese interpretativa e crítica do Saudosismo»
Prof. Doutor Luís de Araújo
Faculdade de Letras da Universidade do Porto
. «A Arte e a Saudade»
Dr. Alberto Antunes de Abreu
Viana do Castelo
. «Aspectos políticos da Saudade em Pascoaes»
Prof. Doutor Humberto Busto
I. E. S. Caxeiras - Galiza
12,30 horas – Almoço, oferecido pela Câmara Municipal de Viana do Castelo.
14,30 horas – Comunicações em sessão plenária (20 minutos):
. «Entre José Marinho e Jesué Pinharanda Gomes – a respeito do conceito de saudade»
Prof. Doutor Renato Epifânio
Universidade de Lisboa
. «Saudade e aposofia em Teixeira de Pascoaes»
Dr. Bruno Béu de Carvalho
Lisboa
. «A saudade na poesia de Fernando Botto Semedo»
Dr. Duarte Drumond Braga
Lisboa
16,00 horas – Discurso de Encerramento do III Colóquio Luso-Galaico sobre a Saudade em homenagem a Dalila Pereira da Costa (30 minutos):
«Das saudades á saudade a través da saudade. A leición de Dalila Pereira da Costa e Maria Zambrano»
Prof. Doutor Andrès Torres Queiruga
Universidade de Santiago de Compostela
Secretariado do Colóquio
Centro de Estudos do Pensamento Português
Universidade Católica Portuguesa
Centro Regional do Porto
Rua Diogo Botelho, 1327
4169 – 005 PORTO
Tel. 22 – 6196265
E – Mail: arocha@porto.ucp.pt
++++
Inscrições
Até 14 de Maio de 2008
quinta-feira, 1 de maio de 2008
ESTANTE -I
Porquê relembrar Maria Zambrano? Que mensagem trouxe ao mundo? Que sentido de ser mulher encarnou? Retomando as palavras de Guilherme d'Oliveira Martins, que tão bem sintetizam o significado de uma vida e definem a pessoa que a viveu, também diríamos "que na obra que nos deixou encontramos uma relação equilibrada e inovadora entre a inteligência e a sensibilidade, onde a pessoa humana se encontra no centro, numa convergência singularíssima entre a herança greco-latina do "sentimento trágico", a "dignidade humana" de raiz cristã e um "espiritualismo vitalista" no qual o método filosófico é posto ao serviço da liberdade e da responsabilidade'' 
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http://www.arquimedesedicoes.com.br/
http://br.geocities.com/gtpragmatismo/
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quarta-feira, 23 de abril de 2008
FILOSOFIA BRASILEIRA

Leonardo Prota, em Outubro de 2007, no Cabo da Roca
Encontros Nacionais de Professores e Pesquisadores da Filosofia Brasileira
1989-2001
Um breve balanço
Leonardo Prota
http://www.ensayistas.org/filosofos/brasil/prota/
A realização dos Encontros Nacionais de Professores e Pesquisadores da Filosofia Brasileira tem suas raízes no Curso de Especialização em Filosofia: História do Pensamento Brasileiro, criado na Universidade Estadual de Londrina, em 1981, sob a coordenação do Prof. Ricardo Vélez Rodríguez.
Ex-alunos desse Curso, tendo apreendido a discutir a realidade brasileira, ao saírem da Universidade, manifestaram o desejo de poder continuar a se reunirem, sentindo falta desse convívio. Esse fato deu origem à criação do CEFIL – Centro de Estudos Filosóficos de Londrina, em 1987.
A atividade contagiante promovida pelo CEFIL, que contou com a participação efetiva de Antonio Paim e Ricardo Vélez Rodríguez, possibilitou o 1º Encontro Nacional de Professores e Pesquisadores da Filosofia Brasileira.
Nesse 1º Encontro (set. 1989) foram abordados três tópicos: 1. O Estudo das Filosofias Nacionais; 2. A Filosofia Brasileira e seu diálogo com outras Filosofias Nacionais; 3. Pesquisa e Ensino da Filosofia Brasileira.
No Estudo das Filosofias Nacionais, Ricardo Vélez-Rodríguez, após elaborar uma fundamentação que serviria de orientação para os outros expositores, passou a conceituar a filosofia inglesa, identificando-a com a valorização do conceito de experiência. Antonio Paim abordou o tema da Filosofia Norte-americana, em que evidencia a fundamentação básica de um esforço deliberado para recuperar a tradição empirista inglesa com a promoção simultânea de algumas alterações substanciais tendo em vista integrar a experiência humana em sua totalidade; o pensamento de Dewey sintetiza os grandes debates para essa integração. José Carlos Rodrigues descreve O processo de constituição da Filosofia Alemã; Leonardo Prota identifica a Filosofia Italiana com a expressão de liberdade e independência no período do Risorgimetno e da formação da consciência nacional; Ítalo Costa Jóia evidencia, na Filosofia Portuguesa, A preocupação com a idéia de Deus e o problema do mal; Aquiles Côrtes Guimarães abre a discussão sobre a Filosofia Francesa.
No segundo tópico, O Diálogo da Filosofia Brasileira com outras Filosofias Nacionais, Antonio Paim explicita a distinção entre perspectiva, sistema e problema na estrutura do saber filosófico, salientando que a idéia de vincular a filosofia nacional a determinados problemas tem se revelado muito fecunda.
O 2º Encontro (set. 1991), de um lado apresenta um aprofundamento dos temas abordados no Primeiro, sobretudo no referente a Ensino e Pesquisa da Filosofia Brasileira e Filosofias Nacionais, por outro lado introduz um tema novo: O Problema do Homem na Contemporânea Filosofia Brasileira.
Essa escolha foi muito acertada: tratava-se de verificar a hipótese, levantada por Antonio Paim, de que a recente publicação O Fenômeno Totalitário de Roque Spencer Maciel de Barros, indicasse a totalidade como uma dimensão constitutiva do homem. O livro de Roque Spencer, objeto de estudo em Curso oferecido pelo CEFIL, em Londrina, continuou sendo debatido nesse Encontro, contando com a valiosa colaboração de Antonio Paim, Antonio Frederico Zancanaro, Tiago Adão Lara, Gilda Maciel de Barros, Joaquim de Moraes Neto, José Mauricio de Carvalho, e com a participação do próprio autor, Roque Spencer Maciel de Barros.
Essa iniciativa, além de ter trazido elementos valiosos para a clarificação da hipótese mencionada, levou-nos a adotar como praxe debater a obra de um filosofo contemporâneo que, de alguma forma, estivesse associada ao tema de nosso interesse, isto é, às filosofias nacionais, de um modo geral, e à filosofia brasileiras, em especial.

No 3º Encontro (set. 1993), foi objeto de análise e debate a obra do filosofo português Eduardo Abrandes de Soveral. Após uma apresentação do conjunto da obra do pensador português por Antonio Paim, foram abordados os seguintes aspectos: A metafísica em Eduardo Soveral; O absoluto como fundamento da Moral alicerçada na Religião, por Tiago Adão Lara; A epistemologia em Eduardo Soveral: relações entre natureza e verdade e a carência de estatuto ontológico para a ciência, por Ricardo Vélez-Rodríguez e Mariluza Ferreira de Andrade e Silva; A Filosofia da História e da Cultura em Eduardo Soveral e suas conseqüências no terreno antropológico, por Lourenço Zancanaro e Maria Christina de Oliveira Espínola; O estatuto ético-jurídico da sociedade: a proposta de Democracia Cristã em Eduardo Soveral, por Antonio Frederico Zancanaro.
Os debates, muito animados, contaram sempre com a palavra esclarecedora do Prof. Soveral e deram um exemplo vivo de como as filosofias nacionais, no caso, a filosofia portuguesa contemporânea, contribuem de forma criativa para o patrimônio comum representado pela filosofia universal.
O 4º Encontro (set. 1995) foi dedicado à analise da obra de Antonio Paim. A exposição inicial ficou a cargo de Eduardo Abranches de Soveral, Filosofia Culturalista da Historia em Antonio Paim.
Cultura e Culturalismo é a reflexão que nos propõe Adolpho CRIPPA, que traça um paralelo entre o conceito de cultura como condição indispensável à compreensão do homem e de todos os valores criados e criáveis pela liberdade e a proposta culturalista, apresentada e sistematizada por Antonio Paim em seu novo lançamento, Problemática do Culturalismo.
Sempre no âmbito do conceito de Cultura, Rosa Mendonça de Brito retoma a obra de Antonio Paim, Problemática do Culturalismo, e expõe as idéias do autor indicando origens e fundamentos desse conceito.
Aquiles Cortes Guimarães, em A inspiração kantiana na obra de Antonio Paim, partindo do pressuposto de que Filosofia é dialogo com a cultura, opina que, talvez, essa afirmação seja a mais adequada para caracterizar a atividade filosófica do eminente pensador brasileiro, sobretudo no campo da história das idéias, que constitui o eixo das suas realizações, com a obra mais notável até hoje produzida entre nós. Por esse motivo, Côrtes Guimarães atem-se à analise do culturalismo por Paim ardentemente defendido, posto que de origem kantiana. Nesse contexto, Côrtes Guimarães, retomando a obra citada, Problemática do Culturalismo”oe , define-a como o “Discurso do Método para bem compreender o Culturalismo”.
Ricardo Vélez Rodriguez, debatendo o tema tratado por Aquiles Cortes Guimarães, fixa-se em quatro pontos que considera marcantes: atitude crítica e tolerância; atitude critica e metodologia para o estudo da história das idéias filosóficas; atitude crítica e moral; atitude crítica e educação.
Roque Spencer Maciel de BARROS, na trilha da história das idéias, fixa o contexto em que Paim se afastou do marxismo para ir se aproximando do liberalismo, frisando que “se o presente está grávido do futuro, ele está igualmente encharcado do passado e tanto a continuidade quanto as rupturas exigem o seu exame, para negá-lo, para superá-lo ou reafirmá-lo”. Dessa maneira, salienta BARROS, Paim começou a construir o vasto painel que é a sua obra de historiador de nossas idéias e instituições, com o propósito não só de esclarecer o passado, mas também o presente, e sondar, influindo, à medida que isso é possível no futuro. Esse futuro desejável, que orienta o interesse da investigação sobre o passado – continua Barros - Paim o vê como liberal e democrático, liberalismo e democracia fundados num ideal de formação humanística. Nesse contexto, Barros analisa o conceito de liberalismo em Antonio Paim.
No âmbito do liberalismo salientamos a comunicação de Antonio Frederico ZANCANARO, Antonio Paim: O intelectual e o homem liberal: enquanto que, no mesmo contexto, a problemática educacional é abordada por Rosilene de OLIVEIRA PEREIRA, em O liberalismo e a problemática educacional.
Em fato de educação, Antonio Paim manifesta claramente o seu pensamento a respeito do Ensino Fundamental e da formação profissional, atribuindo ao primeiro a função específica de terminalidade como educação para a cidadania e deixando a função da formação profissional como própria do 2°. grau. Mas, pode-se dizer que em toda a obra de Antonio Paim aflora a questão da Universidade. Leonardo PROTA aborda esse assunto, salientando que duas palavras marcam toda a trajetória do pensamento de Paim a esse respeito, profissionalização e democratização. Na trilha desse binômio, Paim enfatiza a missão da Universidade como formação geral, deixando aos Institutos a incumbência da formação profissional.
O 5º Encontro (set. 1997), em seu primeiro dia, foi dedicado ao tema: Contribuição e Significado da oba de Urbano Zilles. Entre as inúmeras abordagens destacamos o tema desenvolvido por Antonio Paim, “A Filosofia Católica entendida como perspectiva filosófica na obra de Urbano Zilles” e a análise feita por José Mauricio de Carvalho, “A questão da pessoa humana na obra de Urbano Zilles”.
Coroamento de Encontro foi uma Mesa Redonda, coordenada por Antonio Braz Teixeira, sobre o tema “A Filosofia portuguesa contemporânea”. Participaram do debate os seguintes pensadores portugueses: Joaquim Domingues, Pedro Calafate, José Esteves Pereira, Manuel Candido Pimentel, Leonel Ribeiro dos Santos, Eduardo Abranches de Soveral e Norberto Cunha.
O estudo da obra do Embaixador Meira Penna ocupou o 1º dia de debates do 6ºEncontro (set. 1999); sumamente ilustrativa foi a participação do próprio autor, que encerrou esse primeiro dia com uma avaliação criteriosa suscitada pelos debates.
A temática de Ensino e Pesquisa da Filosofia Brasileira teve um enfoque mais prático com a reflexão proposta por José Mauricio de Carvalho, “A questão do material didático para o ensino da filosofia Brasileira.
O estudo das Filosofias nacionais tornou-se uma constante em nossos Encontros; neste, depois de onze anos de estudos, reflexões e debates, fizemos um breve balanço: afinal, por que tanta desconfiança com esse tipo de investigação filosófica? Possivelmente, a explicação esteja no entendimento equivocado a respeito do conceito de Filosofia Universal. O problema não pode ser colocado em termos de oposição e exclusão, Filosofia Universal versus Filosofias Nacionais; mas em termos de constituição: são as Filosofias Nacionais (reflexões e investigações suscitadas por problemas filosóficos que marcaram as distintas tradições nacionais) que constituem e formam a Filosofia Universal, assim como anteriormente eram os sistemas que constituíam o pensamento universal.
O 7º Encontro (set. 2001) abre espaço para analise do pensamento filosófico de Braz Teixeira, com a reflexão proposta por Antonio Paim, A trajetória filosófica de Antonio Braz Teixeira, em que resgata o itinerário do grande mestre lusitano no que tange à metafísica, à ética e à religião, mostrando como tais concepções estão inbricadas na filosofia portuguesa, da qual Braz Teixeira é um dos veneráveis expoentes.
Na seqüência, Ricardo Vélez Rodriguez, em Antonio Braz Teixeira e o movimento da Filosofia Portuguesa, analisa o conceito de filosofia desenvolvido pelo eminente pensador português, mostrando que essa não é mero discurso abstrato, ao contrário, tem profunda relação com o homem concreto e situado histórico- geograficamente. Isso abre espaço para o debate acerca das filosofias nacionais, posto que as filósofos estão inseridos e desenvolvem seu pensamento a partir de um contexto nacional. A compreensão de Braz Teixeira da chamada filosofia luso-brasileira é objeto de análise de José Maurício de Carvalho; A teologia e a idéia de Deus na obra de Braz Teixeira é enfatizada por Tiago Adão Lara; Aquiles Cortes Guimarães reflete sobre o pensamento jusfilosófico de Antonio Braz Teixeira; sempre na área do direito, José de Deus Luongo da Silveira e Selvino Antonio Malfatti percorrem as principais escolas, resgatando a interpretação de Braz Teixeira sobre as mesmas, concluindo pela discussão da relação entre o direito e poder. Braz Teixeira, filosofo do direito, é o titulo escolhido por Eduardo Abranches de Soveral em suas considerações em que evidencia a metodologia usada pelo pensador português e sua insistência em tratar do fundamento axiológico do Direito. Ubiratan Borges de Macedo focaliza o conceito de justiça em A concepção existencial de justiça em Braz Teixeira, e Mariluze Ferreira de Andrade e Silva, por sua vez, apresenta um novo ângulo do debate em A filosofia da literatura na obra de Braz Teixeira.
Quanto à temática de Filosofias Nacionais, o debate é retomado a partir da publicação recente As filosofias nacionais e a questão da universalidade da Filosofia, por parte de Leonardo Prota.
Nesse livro, o autor trata do processo de formação das prinicpais filosofias nacionais partindo da constatação de que tal processo originou-se como procura de alternativa à Escolástica diante dos problemas suscitados pela ciência moderna.
Longo seis anos transcorreram após esse 7º Encontro. O que permanece, hoje, como visão de conjunto, de idéias e realizações, é um estreito relacionamento entre os participantes, com a respectiva divisão de tarefas, e uma imensa saudade.
A FILOSOFIA PORTUGUESA NO SÉCULO XX
INSTITUTO DE FILOSOFIA LUSO BRASILEIRA
ABRIL
(A partir das 15,00h)
DIA 8 – Caminhos da Filosofia Portuguesa no Séc. XIX (A. Braz Teixeira)
DIA 15 – A herança setecentista (Pedro Calafate)
DIA 22 – Sensismo e utilitarismo: I – Joaquim José Rodrigues de Brito (J. Esteves Pereira)
Dia 29 - Sensismo e utilitarismo: II – Silvestre Pinheiro Ferreira(Rodrigo Cunha)
MAIO
(A partir das 15,00h)
DIA 6 - Sensismo e utilitarismo: III – José Agostinho de Macedo (Ivone Ornellas)
DIA 13 – A reacção espiritualista: I – Vicente Ferrer Neto Paiva e o Krausismo ( A. Braz Teixeira)
DIA 20 – A reacção espiritualista: II – Joaquim Maria Rodrigues de Brito ( A. Braz Teixeira)
DIA 27 – A reacção espiritualista: III – Joaquim Maria da Silva (A. Braz Teixeira)
JUNHO
(A partir das 15,00h)
DIA 3 – A reacção espiritualista: IV – Amorim Viana (Manuel Cândido Pimentel)
DIA 17 – A reacção espiritualista: V – Cunha Seixas (J. Esteves Pereira)
DIA 24 – A reacção espiritualista: VI – Antero de Quental (Maria de Lourdes Sirgado Ganho)
CONTACTOS: Sociedade Histórica da Independência de Portugal
Palácio da Independência - Largo de São Domingos, 11 - 1150-320 – Lisboa
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